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Sobre a reforma e armazenamento

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“Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás de trabalhar um único dia da tua vida” disse Confúcio.

Com o aproximar da reforma, posso afirmar que esta frase definiu o meu percurso a partir do momento que decidi ser professora. Durante os anos que lecionei, além de memórias, também fui guardando todos os livros de ensino, presentes, desenhos ou mesmo pequenas mensagens escritas em papel que os meus alunos me davam.

Com uma carreira de quase 45 anos como professora do ensino primário em Portugal, foram muitas as recordações que se acumularam nos quartos que as minhas filhas foram abandonando quando se tornaram independentes.

Sem a escola, sem os meus alunos e com as minhas filhas e netos a morarem em Lisboa, decidi mudar-me para perto deles, deixando para trás a terra onde cresci e vivi, levando comigo as memórias. A procura de casa tornou-se mais complicada do que eu estava à espera, porque uma casa com garagem ou arrecadação em Lisboa, Cascais ou Oeiras fica a um preço demasiado elevado para os bolsos de uma professora primária na reforma.

Ao partilhar com amigos e família este entrave, a grande maioria apresentou como solução arrendar um mini-armazém onde poderia armazenar mobília e todas as memórias de uma vida. Durante a minha pesquisa por mini-armazéns em Lisboa, apareceram-me várias opções, mas como não percebo nada acerca do conceito de self-storage, perguntei à minha filha se tinha conhecimento de algum espaço seguro, com qualidade e com higiene onde eu pudesse armazenar os meus pertences.

A minha filha falou-me numa self-storage chamada KUBOO, onde uma amiga dela tinha um cacifo arrendado há mais de um ano e onde a simpatia dos funcionários, a acessibilidade e sobretudo a segurança tornaram a KUBOO uma espécie de complemento da sua casa. Resolvi visitar o espaço no mesmo fim de semana que ia visitar casas em Lisboa e na zona de Cascais. Podia ser que a escolha da casa ideal se tornasse mais fácil ao saber que tinha disponível um espaço que me oferecesse a sensação de confiança necessária para guardar as memórias de uma vida.

Resolvi visitar o espaço no sábado de manhã, sendo que depois iria ver algumas casas da parte da tarde. Fiquei espantada com a proximidade e a facilidade com que se chegavam às instalações da KUBOO a partir de Lisboa, tanto a Carnaxide como a Abóbada.

Fui muito bem recebida, com um café e com uma visita guiada e onde fiquei admirada com a higiene e segurança do local. Dali partimos para as instalações na Abóboda onde mais uma vez era muito simples de chegar. Neste caso, estaria mais próxima de Cascais e daquilo que procuro.

Graças à KUBOO a escolha da casa perfeita foi muito mais simples. Optei por residir na zona de Cascais e assim arrendar um espaço na KUBOO Abóbada. Voltei às instalações para fazer a reserva e colocar algumas dúvidas sobre qual a melhor forma de armazenar todos os meus livros, papéis, presentes e fotografias que fui guardando ao longo dos anos.

Sendo que a higiene das instalações era algo facilmente constatável, não me preocupei com a possível entrada de qualquer tipo de bichos nas caixas de cartão e que pudessem destruir o material que ali iria armazenar. Mas como o seguro morreu de velho, preferi pedir a opinião a quem percebe da matéria. E foi assim que descobri que eles têm um exímio programa de controle de pragas, 4 vezes por ano!

Devido ao grande valor emocional que tenho pelos desenhos, mensagens em pequenas folhas amarrotadas, milhares de fotografias, e por serem materiais mais frágeis, aconselharam-me a usar caixas de cartão canelado duplo, com um tamanho muito próximo da mercadoria, para evitar que a mesma não balançasse e provocasse o rebentamento das caixas. Além disso, recomendaram o isolamento de todas as possíveis aberturas da caixa através de fita adesiva (pelo menos duas camadas) ou reforçar a caixa externamente com filme transparente para conferir maior proteção, solidez e resistência. Comprei todo o material na KUBOO, desde caixas de cartão (havia em vários tamanhos), plástico bolha, fita cola, filme transparente e marcadores, não tendo de me preocupar em deslocações, filas e stress num outro espaço de venda destes materiais.

A mudança correu às mil maravilhas, deslocando-me primeiro à KUBOO na Abóboda para colocar, além das minhas preciosas recordações, a mobília que não cabia na casa nova. A KUBOO passou a ser uma expansão da minha casa e fez com que a minha mudança se tornasse simples e eficaz.

Agora quando o meu neto me pergunta: “Avó, do que tens mais saudades dos tempos que davas aulas?”, eu respondo: “ Traz o teu casaco, vamos até à KUBOO!”.

Não guarde as suas memórias num sítio qualquer!

Aumente a sua empresa

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Papelada! Aquela palavra que nos leva a revirar os olhos e a pensar “onde é que posso guardar isto tudo de forma segura e sem ocupar metade do escritório?”

A minha empresa, tal como todas as empresas, tem uma relação de amor-ódio com arquivos. Queremo-los longe da vista, mas perto do coração. São neles onde estão guardados contratos, atas, informação bancária entre outros documentos importantes que requerem que os seus originais estejam impecavelmente separados e organizados (na maioria das vezes) em dossiers com aba larga que além de não serem o objeto decorativo mais apreciado, ocupam demasiado espaço dentro de qualquer gabinete.

Como não sou uma pessoa de cruzar os braços, resolvi procurar uma solução, até porque com o teletrabalho, a minha casa passou a ser uma extensão da empresa e o meu mundo começou a ser a preto e branco, tal como os dossiers que me perseguem.

A solução veio em tons de amarelo, como um lindo dia de verão!

Ao questionar várias pessoas, a maioria indicou uma solução: self-storage. Para mim não era um conceito totalmente desconhecido, mas nunca o associei a um possível armazenamento de documentação importante.

A segurança sempre foi um dos meus maiores receios: que tipo de documentação poderei guardar de forma segura num self-storage? Será que no armazém os documentos se podem degradar devido à humidade? Resolvi iniciar a minha pesquisa para acabar de uma vez por todas com as minhas dúvidas.

Ao procurar por self-storage encontrei diversos resultados em Lisboa, e foi então que decidi contactá-los todos.

Comecei por enviar emails e a fazer telefonemas. Estava decidido a encontrar a melhor solução para a minha papelada. Quanto mais procurava mais as dúvidas se iam acumulando; qual o tamanho do espaço que necessito para arquivar tudo? Acessos? Segurança? Preços? Era tudo uma novidade para mim.

Após várias trocas de telefonemas, houve um self-storage que captou a minha atenção devido à sua simpatia e à forma simples a que respondeu às minhas dúvidas. Após um simpático convite para visitar o espaço, meti-me no carro e ao chegar à proximidade das instalações começaram a surgir imediatamente sinais num amarelo radioso a indicar que estava no caminho certo. A facilidade com que o caminho foi indicado só foi superado com a amabilidade com que fui recebido, um sorriso e um convite para um café.

Chegou o momento de conhecer as instalações. Desde uma receção com um design fantástico, a uns corredores limpos, com um aroma agradável por onde quer que andasse e com bastante iluminação, foram-me mostrados espaços de arrumação de diferentes tamanhos de forma a escolher a melhor opção.

A segurança que sempre foi um problema para mim, deixou de o ser! Segurança permanente 24 horas, 75 cameras de videovigilância ligadas a uma central, o que significa que não estavam para decoração, funcionavam mesmo! E controlo de acessos em cada portão e porta! Não poderia pedir mais!

Após escolher o espaço que mais se adequava às minhas necessidades, foi hora de tratar da papelada, rápido e sem muita burocracia, direto ao que interessa e com a mesma simpatia com que me receberam.

Após colocar todo o arquivo na KUBOO fui recebido como um herói no escritório. Já não havia dossiers e papelada espalhada pelas secretárias, estantes e armários, a luz entrava finalmente pelas janelas e o trabalho fluia. Enquanto apreciava cada palmadinha nas costas e cada agradecimento, fui interrompido pelo meu chefe: “Preciso dos contratos feitos em 2016”, levantei-me, sorri e disse “Vamos lá então consultar o nosso arquivo, não precisa de trazer moedas, o café é oferta da KUBOO!”

O lugar das coisas

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Começamos pequenas colecções sem nos apercebermos. As nossas casas são lugares da memória que preenchemos diariamente. Quando as recordações se expandem precisamos de arrumar cuidadosamente cada fragmento da nossa história.

Quando tinha cerca de seis anos lembro-me de iniciar uma colecção de etiquetas. Guardava etiquetas de todos os géneros. Quadradas, redondas, coloridas, com e sem relevo, brilhantes ou não. O que me fascinava nestes objectos era o facto de identificarem determinado artigo. Nós somos assim, gostamos de colocar etiquetas nas coisas. Gostamos de saber o nome do outro, como se chama aquela música que não conseguimos parar de ouvir, por que nome dá aquela pessoa de quem memorizamos apenas o sorriso.

E gostamos de arrumar todas estas coisas em caixas. Precisamos de saber a localização exacta das chaves do carro, onde mora aquele grande amigo que não vemos há anos, em que lugar nos encontramos quando nos sentimos em casa. Comecei por guardar as minhas etiquetas em pequenas bolsas de plástico. Com o aumento da colecção necessitei de mais espaço e passei a guardá-las em caixas de sapatos antigas.

Depois avancei no tempo e quando dei conta já não coleccionava etiquetas. Mas tinha muitas outras coisas que guardava minuciosamente. As nossas casas funcionam como museus dos quais cuidadosamente fazemos a curadoria (de objectos, de pessoas, de memórias). Tinha uma colecção incrível de livros; alguns comprados e grande parte deles herdados de familiares. As pequenas bugigangas que ao longo dos anos me ofereciam também se acumulavam. Entretanto a família cresceu. Já não era só eu e as minhas colecções. Já existia um companheiro de vida, um cão e um gato. Já não eram só as minhas memórias. Duplicaram-se os objectos e também o amor. Agora tínhamos em casa bicicletas que utilizávamos nos passeios de sábado, uma colecção de máquinas fotográficas antigas e uma bela mesa de refeição que vinha substituir a minha pequena mesa de apoio.

Precisávamos de encontrar um equilíbrio na arrumação de todas estas memórias. Arrumar tudo no sítio devido, escolher o que era impreterível ficar e o que merecia uma nova casa. É nesta altura que surge a palavra “apego”. Tudo nos parecia importante. Cada objecto era uma história, uma experiência vivida pela qual tínhamos um grande apreço. Não conseguimos escolher. Pensámos primeiramente em alugar uma garagem mas pareceu-nos pouco seguro e húmida, e afinal de contas queríamos garantir que as nossas memórias estavam seguras e protegidas.

Foi então que percorremos Lisboa à procura de um armazém que pudesse ser uma extensão da nossa casa. Um sítio onde as nossas coisas pudessem ficar por tempo indeterminado e que garantisse a segurança das mesmas. Nesta pesquisa descobrimos o conceito de self-storage e não podíamos ter ficado mais entusiasmados com a ideia. Alugar um armazém onde poderíamos facilmente aceder às nossas coisas; um lugar seguro para aquilo que nos era tão querido. Visitámos diversos espaços mas ficávamos sempre com a ideia de que eram armazéns impessoais. Existia sempre a sensação de que as nossas memórias iriam ficar esquecidas em espaços frios e distantes, em lugares onde eu nem sequer colocaria um tapete.

Por fim conhecemos a Kuboo, um amor à primeira vista. Percebemos desde logo que ali os nossos objectos eram importantes e iriam ter o espaço merecido. A recepção calorosa por parte dos colaboradores fez-nos sentir que também eles faziam parte da nossa história e da nossa missão em arrumar. Actualmente o nosso Kuboo funciona como uma extensão da casa. Passamos serões a ir ao local que é agora a nossa arrecadação e a reviver os objectos. Alguns levamos para casa; outros reorganizamos dentro do Kuboo; outros simplesmente não decidimos ainda o seu respectivo lugar.

Às vezes perdemos completamente a noção do tempo e ficamos horas a vasculhar as memórias encaixotadas. Abre caixa, fecha caixa, agora levamos a bicicleta, amanhã trazemos o serviço de loiça da tua avó.

Voltamos a casa sempre mais preenchidos e com algumas caixas a menos. A nossa casa tem agora uma dinâmica mais fluída e harmoniosa. Não há nada que esteja a mais ou que não se encaixe na nossa rotina. Dito isto, sento-me no sofá, olho para a estante e reparo que falta o meu romance favorito;

Vou à Kuboo e volto já!

Expandindo os limites

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Quando conheci a Inês, ela vivia sozinha num belo apartamento alugado em Lisboa, num dos melhores bairros. Que sorte a minha, pensei eu!

Passado algum tempo, quando me mudei para casa dela, passei a viver pela primeira vez na capital. No início dos meus 30 anos, estava ainda a desfrutar da vida agitada que uma grande cidade tem para oferecer: jantar com amigos em tabernas locais, ir a clubes e bares, provar diferentes restaurantes étnicos, cinema a um passo de casa, visitar todo o tipo de exposições e museus, passear em grandes parques. Nem precisávamos de levar o carro, era tudo acessível. Parecia que tínhamos tudo o que precisávamos ao nosso alcance.

Quando chegou o primeiro Inverno, a necessidade de roupa extra, acolhedora e quente fez soar o alarme pela primeira vez. O apartamento era minúsculo, tal como a maioria dos apartamentos mais acessíveis em Lisboa. Tínhamos apenas um quarto com um armário, uma varandinha engraçada onde tínhamos as nossas plantas, uma casa de banho onde não cabiam mais de 2 pessoas ao mesmo tempo, uma sala de estar/jantar para a qual era impossível convidar mais de 3 amigos.

A falta de espaço de arrumação para as nossas roupas foi a preocupação inicial. Não tínhamos qualquer espaço de armazenamento, nem sequer uma arrecadação! No início, usávamos as garagens dos nossos pais para guardar as nossas roupas sazonais. Funcionou… mas por pouco tempo. Acabámos por perder o controlo de onde tínhamos as caixas guardadas, e de vez em quando precisávamos de reorganizar o nosso armário. Depois, percebemos que não podíamos lavar e secar todas as nossas roupas e lençóis no nosso apartamento: não tínhamos espaço para pôr a roupa a secar ou mesmo para uma máquina de secar roupa. Também precisávamos de levá-las para casa dos nossos pais. Eventualmente, não eram apenas as roupas, sempre que precisávamos de comprar algo novo, precisávamos de nos livrar de algo em casa. Vivemos nesta situação aparentemente controlada durante 2 anos.

E depois chegámos a um momento em que o nosso amor cresceu de tal forma um pelo outro… que este precisava de ser ampliado, se é que me faço entender. Por isso, começámos a falar em ter um filho. A primeira coisa que nos veio à cabeça foi: “não vamos viver os três nesta casa, impossível!”. Fazia sentido, quer dizer, estávamos a chegar a um ponto em que o espaço na nossa casa era tão limitado, como poderíamos viver com mais um ser humano e com todas as coisas complementares que o acompanham: todos as roupas, bomba de leite e biberons, almofada de amamentação, fraldas e toalhitas, gel de banho e cremes para bebés, banheira, cobertores, berço e colchão, carrinho de bebé, trocador, e por aí adiante! Não havia forma de caber tudo no nosso apartamento minúsculo.

Era o momento de começar a procurar um novo lugar para viver. Era tudo muito caro na altura e queríamos encontrar o lugar perfeito, o espaço perfeito. Mas era preciso tempo e energia para encontrar o espaço perfeito. E um dia chegou-nos a melhor notícia do universo: o bebé vinha a caminho! Estávamos tão entusiasmados, que saltámos e abraçámo-nos toda a manhã! E depois do início emocional do dia, percebemos que não tínhamos ainda encontrado um lugar para viver! Éramos as pessoas mais felizes do mundo, sem dúvida. Mas comprar uma casa é um grande investimento, um passo enorme, e uma decisão importante a tomar. E tínhamos agora uma data limite: menos de 9 meses para encontrar O Lugar. Juntando a isso a compra de todos os produtos listados anteriormente para o nosso bebé… O stress e a ansiedade invadiram-nos, quando este era suposto ser o melhor momento das nossas vidas.

Foi então que tomámos a decisão. Uma boa amiga aconselhou-nos a não nos apressarmos a comprar casa. Podíamos alugar um apartamento ligeiramente maior pelo mesmo preço que estávamos a pagar, e deixar todas as nossas coisas nuns mini-armazéns que começavam a haver na zona de Lisboa. Com o aluguer destes espaços de arrumação, estaríamos a pagar praticamente o mesmo e a duplicar o espaço disponível na casa. Parecia a melhor coisa a ser feita naquele momento, e hoje, não tenho dúvidas de que foi de facto a melhor mudança. A escolha de um armazém para alugar não demorou muito tempo. Procurámos online, e depois de visitar alguns self-storage, ficámos extremamente impressionados com a KUBOO; o armazém estava limpo e parecia o lugar mais seguro do mundo para deixar os nossos pertences. Estávamos quase a ser pais, limpeza e segurança são algumas das necessidades mais básicas que queremos nas nossas vidas, e para o nosso filho.

Após quase 3 anos da nossa mudança para a KUBOO, temos agora a nossa casa! E sabem que mais? Ainda temos as nossas coisas na KUBOO. Após 3 anos, percebemos que não era uma necessidade temporária na nossa vida. Sentimos que aqueles 10m2 de armazenamento são nossos. Como se fossem uma extensão da nossa casa. E em vez de irmos todas as semanas buscar roupa limpa aos nossos pais, vamos agora todas as semanas almoçar com eles, eles brincam com o bebé e temos algum tempo em família. Ah e voltaram a recuperar a sua garagem! As coisas mudaram na nossa vida a partir do momento que começámos a ter mais espaço para os nossos objectos e deixámos de nos preocupar com o local onde os guardamos.

No nosso caso particular, o self-storage não foi apenas um benefício para nós como casal. Foi também óptimo para o nosso querido bebé. Temos agora uma estante com coisas que foram oferecidas ao bebé e que ainda é demasiado cedo para ele usar, ou coisas que ele usou e já não precisa. Eventualmente, iremos oferecer a amigos ou a alguém que necessite, mas entretanto, todas elas estão guardadas em segurança no mesmo espaço.

Ainda vivemos na capital. Existem muitos self-storage em Lisboa, de todas as cores, mas nenhum chega aos calcanhares da KUBOO. Não só pela qualidade das suas instalações, nem pela óptima segurança e protecção, mas sobretudo pela excelência e amabilidade da sua equipa feita de Kuboodistas.

No reino de Lisboa, se Carnaxide é a Princesa então Abóboda é a Rainha

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Quando abrimos a Kuboo Carnaxide, ela era a Princesa do self-storage em Lisboa.
E ainda é.

De longe o self-storage mais seguro, mais bem desenhado, com mais 20% de iluminação do que qualquer outro que se possa encontrar no mercado, uma recepção maior e melhor do que os restantes, maior protecção, mais confortável do que um hotel, e com o pessoal mais simpático e educado da indústria, a nível mundial. Com séculos de diferença. E é muito fácil de perceber, basta visitar a concorrência e de seguida passar na Kuboo.

Depois, como de costume, superámo-nos a nós próprios. Construímos a Rainha do self-storage em Lisboa. Uma companhia fantástica para a Princesa. Maior, melhor, e com tecnologia mãos-livres para estes novos tempos em que todos vivemos. Ela é a Kuboo Abóboda! Concebida como um Hotel Boutique, trata-se de uma das maiores instalações em Portugal. Até as casas-de-banho são mãos-livres! Os dispensadores de desinfectante, mãos-livres, as portas, mãos-livres! Basicamente não se tem de tocar em nada para guardar na Kuboo. E tudo isto somado ao factor segurança de que tanto nos orgulhamos, já por si de topo da indústria.

Quem estiver à procura de um espaço e desconsiderar a Kuboo Abóboda, nem sabe o que está a perder. Nada se compara! Nada! Se estiver à procura de um armazém dentro ou fora da cidade, uma garagem que pensou ser suficientemente adequada, uma box que pensou ser tão boa como um kuboo, ou qualquer outra denominação de um espaço que ouviu alguém dizer, em qualquer cor ou forma. Se não acabar por ficar na Kuboo Abóboda, perderá todo o prazer, a facilidade, a segurança, a vigilância, a limpeza e a relação com algumas das pessoas mais simpáticas para ajudá-lo a obter o que precisa.

Na Kuboo só ajudamos. Nós não vendemos. É ajudando que conseguimos facilitar-lhe a vida. Não precisamos de ser agressivos como outros, não temos de andar nus pelas ruas a dizer que somos os melhores, os líderes, os maiores. Só os que não são é que o fazem habitualmente. Sentamo-nos em silêncio, trabalhando arduamente a cada hora de cada dia para proporcionar a melhor experiência possível a cada pessoa. As nossas críticas e feedback falam por isso. Veja com atenção e não precisaremos de o convencer.

Se a Kuboo Carnaxide é a Princesa do Self-Storage em Lisboa, então a Kuboo Abóboda é a Rainha. A Rainha absoluta! Nunca nenhuma Rainha foi mais elegante ou mais acarinhada. Mimamos cada detalhe da Kuboo porque é aqui que guardará as suas coisas, os seus móveis, a sua casa, o seu escritório, e às vezes até mesmo a sua vida. Empenhamo-nos em aliviar o seu stress. Compreendemos, profundamente, o stress da mudança e do armazenamento, já o fizemos várias vezes nas nossas próprias vidas. E focámo-nos nisso, ou seja em si, acima de qualquer outra coisa. Você vem primeiro, como ser humano, como cliente, como inquilino, asseguramos que as suas necessidades são bem atendidas, depois vêm os seus pertences que nós protegemos melhor do que ninguém.

Em Lisboa, a mudança nem sempre é um esforço fácil. Em qualquer parte do mundo, mudar e armazenar não é uma experiência fácil. Continua a ser uma das 5 coisas mais stressantes da vida. E ninguém compreende isso melhor do que nós. Na Kuboo compreendemos realmente e profundamente essa situação. Temos vindo a repeti-lo uma e outra vez e faz parte dos nossos princípios.

Nenhum outro self-storage se aproxima. Todos eles copiam.
Mas copiando só pode funcionar superficialmente. Não é sustentável.

Não coloque as suas coisas numa box, não as guarde numa garagem, não as ponha num espaço. Isso não é armazenamento de cidade, isso é um mau armazenamento. Não ponha as suas coisas num espaço anónimo, mesmo que este pareça colorido. E sem dúvidas não coloque as suas coisas numa ‘box’! Se quiser que as coisas corram bem, deve guardar as suas coisas num kuboo, na KUBOO.

É preciso pensar fora da box. E fora da box, é dentro de um kuboo.

Conto inventado (Porque nos divorciamos?)

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Eu não me recordo de quem começou. Terá sido ela, terei sido eu, ou terá sido a mãe dela? Já não importa. Em retrospectiva, foi a melhor coisa que podia ter sucedido. Graças a deus pela retrospectiva!

6 anos antes daquele dia, nós tínhamo-nos casado. Foi um casamento simples nos arredores de Évora, de onde ela era. Uma verdadeira alentejana, daquelas que só ouvimos falar na cultura popular. Incrivelmente bela, olhos como a noite, com umas curvas perfeitas. Não estou a brincar.
Forte e determinada. Sempre a culpar os outros, mas compensava com o seu charme e beleza.

Foi um dos melhores dias da minha vida. Na minha mente fica apenas atrás do dia em que nos divorciámos.

É interessante e engraçado verificar que quando um casamento se rompe, de repente as pessoas começam a falar de mobília, objectos, coisas que são minhas, coisas que são tuas. Levar as coisas, guardá-las, deitá-las fora, ou armazená-las. Encontrar uma garagem, encontrar um espaço, serviços de mudança. Começa a contagem decrescente! Caixas, fotografias, cartas. Quem fica com o quê?

Ganância que aparece do nada onde previamente havia generosidade e amor. As discussões brotam de todo o lado, na casa de banho, na cozinha, no quarto, à porta, no carro, na garagem, não importa o espaço; se estávamos a menos de 3 metros um do outro, discutíamos. E mantinham-se estas discussões totalmente absurdas, que eram sobre tudo e mais alguma coisa, chegando até ao mais ínfimo detalhe que de outra forma seria completamente invisível para nós ambos. Interessante.

Subitamente descobrimos um apego há muito esquecido por coisas que nos foram dadas pelas nossas mães e avós, antigos amores ou amigos que não víamos há anos e que praticamente já nem eram amigos propriamente ditos. -Isto é meu! A minha mãe ofereceu-me! -Nem pensar! Comprei isto no Natal em 2014. Nem sequer gostavas disto. -Ah!

É uma espécie de negociação emocional estranha que acaba por saturar toda a gente, mas é um processo necessário na separação. E não há nada como coisas materiais para acelerar a separação do resto, dos aspectos mais importantes.

Tudo isto para dizer que ela ficou com a casa. Eu não me importei. Afinal de contas, eu queria viajar de qualquer maneira, e libertar-me da responsabilidade da casa não era algo mau. Eu só precisava de encontrar um local para arrumar as coisas que consegui ganhar na batalha. Ela não as queria na casa nem na garagem que eu próprio tinha construído. E para ser sincero, eu também não queria lá ter essas coisas arrumadas.

Comecei então a procurar freneticamente um espaço para arrumar todas as coisas com as quais tinha ficado. Um espaço para arrumações! Nunca tinha pensado sobre isto antes. Teria me visto livre de tudo se pudesse, mas algumas coisas, como se pode calcular, tinham um enorme significado e valor emocional para mim. Eu não as queria danificadas ou arrumadas numa arrecadação suspeita. Mini-armazém, grande armazém, eu não queria saber. Simplesmente não me fazia sentido deixar as minhas posses pessoais num sítio que se pareça um armazém para guardar tralha. Uma box! Uma box? Eu não quero deixar as minhas coisas numa ‘box’! Em circunstância alguma! Preferia deitá-las fora.

Perguntei por aí e ninguém tinha um pouco de espaço para guardá-las. Perguntei a amigos e vizinhos, membros da família e até conhecidos, mas eu tinha muitas coisas; alguns objectos eram grandes peças como a televisão ou o sofá, também tinha muitas peças de arte penduradas nas paredes, e ninguém tinha um espaço grande o suficiente ou nem mesmo uma garagem onde tudo coubesse.

Isto foi quando o verdadeiro desafio começou. Gastei um dia a fazer telefonemas e a procurar online por um armazém para alugar, e acabei por encontrar um par deles mesmo aqui em Lisboa. Não pensei que este serviço existisse de facto em Portugal, mas às vezes vive-se numa bolha enquanto o mundo continua a rodar.

Procurei em todo o lado e apenas encontrei “boxes”. As empresas de self-storage estavam a auto-intitularem-se de boxes. Isso não me soava bem. Não. Uma box não é algo onde eu goste de imaginar que estão as minhas coisas. Não o meu sofá nem as minhas peças de arte. Eu precisava de outra coisa qualquer, algo mais elegante, mais cuidadoso e mais humano. Algo que não se parecesse com um armazém com um pequeno balcão de recepção e um tipo desleixado ou uma mulher vulgar de saltos altos sentada atrás do balcão.

Graças à minha pesquisa, encontrei um tipo diferente de empresa. Eles chamavam-se a si mesmos de Kuboo, e aos seus espaços chamavam de kuboos. Logo aí, notei imediatamente a diferença. Diziam que eram um hotel-boutique para arrumações.

Não eram apenas simpáticos, eram mais do que isso, eram atenciosos. As instalações não se parecem com as das outras empresas, parecem de facto um hotel-boutique. Casuais, maravilhosamente concebidas, as mais limpas que se possa imaginar, cheias de luz e com kuboos que dão a sensação de um ambiente mais pessoal.

E depois têm o staff. Um conjunto de pessoas reais, que nunca me tentaram vender nada, escutaram cuidadosamente as minhas necessidades e acompanharam-me em todo o processo até encontrarmos a melhor solução disponível. Alugar um espaço na Kuboo, um espaço chamado kuboo, pareceu-me bem melhor do que alugar uma box num lugar chamado space.

As minhas coisas têm lá estado arrumadas há já 2 anos, eu tenho andado a viajar pelo mundo sem parar, e nunca mais me preocupei com isso.

Isto é o que realmente sucedeu no meu conto inventado. Se acredita ou não, é consigo.

A Kuboo Toma Medidas Para Limitar A Propagação Do Corona Vírus

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Caros clientes,
Acreditamos que a nossa missão não é apenas proteger os seus pertences, mantendo-los seguros e limpos, mas também proteger as pessoas que compõem a nossa equipa e as suas famílias, bem como a si e a sua família.

Para continuar a fazer isso com os altos padrões a que estamos acostumados, e podermos manter as nossas instalações abertas ao público, implementámos uma série de medidas, algumas simples, outras mais complicadas, mas todas necessárias.

  • Toda a instalação é limpa e desinfetada várias vezes ao dia, todos os dias, constantemente. Contratámos pessoas para fazer exatamente isso.
  • Estamos a instalar vários dispositivos com desinfetante para as mãos espalhados por todo o armazém e próximos dos teclados, das portas e do elevador. De qualquer das formas, todos essas áreas são limpas constantemente.
  • Limpamos e desinfetamos regularmente as cadeiras, secretárias, teclados, computadores, candeeiros, mesas, canetas e maçanetas após cada utilização. Nada é deixado ao acaso.
  • Toda a nossa equipa pode trabalhar remotamente a partir de casa. Estamos ligados através da mais sofisticada tecnologia de trabalho on-line e, para além de recebê-lo pessoalmente, a grande parte do nosso trabalho pode ser realizado à distância. Só o pessoal essencial estará presente e somente caso necessário.
  • Por favor, não nos leve a mal, se não lhe estendermos a mão. Ainda assim iremos recebê-lo/a com toda a hospitalidade e todos os cuidados do costume. Voltaremos a apertar a sua mão assim que o pequeno vírus for derrotado.
  • Estas medidas serão revistas e actualizadas conforme o evoluir da situação.
    Enquanto isso, mantenha-se saudável, você e a sua família. Se houver alguma coisa que possamos fazer à distância por si, informe-nos e teremos todo o prazer do costume em fazê-lo.

Enquanto isso, mantenha-se saudável, você e a sua família. Se houver alguma coisa que possamos fazer à distância por si, informe-nos e teremos todo o prazer do costume em fazê-lo.

Com toda a gentileza,
Kubooistas

Regresso A Casa Depois De Um Exílio

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Uma vez, decorria o ano de 1995, conheci um sujeito em Milfontes numa manhã quente de primavera. Eu tinha acabado de chegar a Portugal depois de uma longa viagem no estrangeiro e queria me reconectar com o vento e a calma de uma vista em meados de Junho do meu mar favorito.

Portanto ali estava eu sentado a contemplar, a dar goles no meu galão, e a perguntar-me a mim mesmo porque tinha estado longe durante tanto tempo. Quando tudo o que eu precisava estava mesmo aqui, no meu próprio quintal. O clima, o sol, o mar, a beleza deste país e a amabilidade do seu povo. A comida e o vinho, armazenados em belas caves que cheiram ao próprio tempo.

Portanto, de qualquer maneira, ali estava eu, a beber o meu café e a sonhar acordado naquela bela rua de Milfontes, quando um sujeito aparece e senta-se na mesa junto à minha com o seu próprio café. Poucos minutos depois estávamos a discutir questões de identidade, exílio, e de regresso ao país natal.

Ele revelou que era originalmente do Porto, viveu no Canadá, França e Alemanha, e agora, no começo dos seus sessenta anos, decidiu que era em Portugal que queria passar a reforma. Mais especificamente em Lisboa. Assim que começámos a partilhar ilações sobre as logísticas de viajar, o transporte de bens e o armazenamento dos mesmos, a maior complicação que se tornou patente foi a dificuldade que ele tinha em encontrar um espaço para armazenar toda a sua mobília enquanto estava no processo de encontrar uma casa para comprar. Ele precisava de um armazém ou uma pequena arrecadação, mais precisamente uma na qual pudessem caber todos os seus pertences, algo limpo e económico, mas também seguro e acessível.

A arrumação não é algo que uma pessoa faça em qualquer lado e em qualquer condição. A arrumação é um assunto sério.

Na altura não havia self-storage em Portugal. Nem em Lisboa nem em lado nenhum. A única solução era uma garagem, mas era uma solução medíocre na melhor das hipóteses. As garagens em geral eram húmidas e pouco seguras. E não eram baratas. Na altura, eu propus ao sujeito uns arrumos no apartamento do meu pai, que estava vazio enquanto estava por arrendar. Simplificou a vida dele, pelo menos durante um par de meses, dando-lhe tempo para encontrar uma casa. Que acabou por encontrar.

Ele já faleceu entretanto, mas nós tínhamos ficado bons amigos. Tínhamos interesses similares e ambos adorávamos a cidade de Lisboa e mais especificamente de fazer longos passeios juntos em partes da cidade que eram menos conhecidas. Recordámos essa conversa e esses episódios frequentemente, a comentar o quanto seria um serviço útil oferecer uma solução para arrumação temporária em Portugal.

Mais do que 20 anos depois, eu posso finalmente dizer que temos uma solução. Uma solução real e sustentável para armazenar tudo, não apenas mobília. Nós chamamos-lhe Kuboos. Outros habitualmente chamam-lhes boxes.

Mas os Kuboos vêm com um serviço que as boxes não fornecem. Os Kuboos dispõem de mais câmaras de segurança do que qualquer outro self storage nas proximidades, e apresentam-se limpos e brilhantes, aos melhores preços do mercado.

Também são acompanhados de um serviço muito agradável graças ao seu amável staff, mais do que em qualquer outro lado. Os Kuboos têm personalidade, as boxes são aborrecidas.

Os Kuboos são uma extensão da sua casa, as boxes são apenas pequenas arrecadações com uma porta.

Uma box é uma entidade vazia. Fria. Um Kuboo é um hotel boutique de 5 estrelas para a arrumação dos seus pertences. É efectivamente um espaço para tudo o que precise de armazenamento, um espaço onde tudo é mantido limpo e seguro. Ao passo que a empresa Kuboo é um espaço para toda a gente se sentir em casa, bem-vinda, servida com amabilidade, com tudo o que for que necessite.

O aluguer de armazéns pode ser algo complicado. Arrendar uma box, algo aborrecido. Arrendar um Kuboo é o luxo definitivo no que toca aos arrumos dos seus pertences valiosos. E eu não estou a falar apenas dos armazéns em si, dos kuboos, mas sim de toda a experiência do início ao fim. Aqui não lhe serão vendidas coisas que não precisa e faremos tudo dentro das nossas possibilidades para minimizar o seu stress ao invés de lhe criar mais.

Isto porque por detrás dos Kuboos estão Kubooistas, pessoas com coração que compreendem as necessidades que o armazenamento e os arrumos implicam, e que estão aqui principalmente por uma razão, para fazer todo o processo tão fácil e agradável quanto possível. Para cada um dos nossos clientes. A levarem o tempo que seja preciso para compreender as suas necessidades particulares. Um cliente de cada vez. Sempre.

Kuboodistas: Nós Somos Pessoa(s) Do Self-storage

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Há pouco mais do que 10 anos atrás, eram escassas as pessoas no mundo que sabiam quem era Fernando Pessoa. Raramente traduzido para outras línguas, ele era ofuscado por outros ícones culturais portugueses mais populares como o Fado ou as Sardinhas.

Há pouco mais do que 10 anos atrás, eram escassas as pessoas no mundo que sabiam quem era Fernando Pessoa. Raramente traduzido para outras línguas, ele era ofuscado por outros ícones culturais portugueses mais populares como o Fado ou as Sardinhas.

No entanto, num curto espaço de tempo, subitamente e rapidamente Fernando Pessoa foi levado para a luz da ribalta e tornou-se uma presença em tudo o que se possa pensar desde brincos até t-shirts, chegando até às pequenas lembranças inúteis para turistas que toda a gente deita fora antes da próxima lua cheia.

Pessoa tornou-se uma presença tão forçada em tudo que se tornou um exagero. A imagem dele foi desgastada e diluída até ao extremo. Lamentavelmente. Até uma cidade cheia de riqueza como Lisboa parece ter-se tornado uma loja de lembranças para os cartões de visita de Fernando Pessoa.

Felizmente isso não muda o valor da sua poesia nem a sua importância no mundo moderno. Alguém disse que se não se tiver lido Kafka e Pessoa não se compreendeu totalmente o século vinte. Tal é a importância dele.

Não se pode caminhar em Lisboa sem se sentir a sua sombra a seguir-nos. Esqueçam o chapéu e os óculos. A sombra de Pessoa tem muitas caras tal como os vários nomes que ele utilizou para expressar as suas várias verdades. O próprio Espaço encolheu até ao tamanho do seu chapéu, no qual muitas das nossas sombras encaixam!

De facto, não é devido à cara de Pessoa, a qual podemos encontrar em qualquer loja de lembranças, que se sente a sua presença, nem é porque sabemos que ele percorreu as mesmas ruas em tempos pouco distantes, e não é porque Lisboa é uma cidade onde a poesia deambula pelos cantos, mas é simplesmente porque ele está aqui, em redor das paredes por pintar que vemos nos velhos edifícios que cheiram como o tempo, nas sarjetas sob a calçada branca que se torna escorregadia quando chove, e sob os lençóis de camas por fazer em cada bairro de Lisboa.

No que nos toca a nós, Kuboodistas, Cidadãos da Kuboo, a nossa sensibilidade e o nosso amor à poesia levou-nos a construir as instalações mais humanas no mundo, não apenas em Lisboa, não apenas em Portugal. Nenhuma instalação de self-storage se parece com a nossa; Nenhum serviço à escala humana e nenhuma gentileza se sente como a nossa, e nenhum alívio do stress pode ser transmitido no decorrer de umas mudanças da mesma forma que nós o fazemos.

A Kuboo é como um Boutique Hotel elegantemente desenhado para os seus pertences, mas nós garantimos que o armazenamento não é apenas sobre bens materiais, mas principalmente sobre as pessoas para as quais estamos a armazenar. Outras empresas tendem a esquecer este simples facto. Nós não.

E assim nós somos as pessoas do Self-storage. Em português, nós somos Pessoa(s) do Self-storage, e funciona lindamente! Sem querermos ser vulgares, acreditamos que a poesia é parte de tudo o que fazemos, porque é de facto parte de tudo no mundo. Nós apenas garantimos que não se torna enterrada sob a ganância, como a maioria é.

Claro, uma garagem pode ser poética por mérito próprio, mas armazenar numa garagem qualquer coisa que goste ou que possa precisar mais tarde é um erro. Tudo pode acontecer, não é a opção mais segura, mais limpa ou a mais económica para esse efeito. A Kuboo torna todo o processo mais conveniente, seguro, mais protegido, limpo, e de um modo geral mais fácil e agradável. E é acompanhado pelo staff mais amigável para o assistir e ajudar no decorrer das suas mudanças. Nada que necessite é impossível de se obter.

Com os preços no mercado imobiliário a subir dramaticamente em Lisboa e arredores, a capacidade de armazenamento que necessita pode ser bastante mais barata na Kuboo do que uma garagem num edifício atarracado.

Nós estamos aqui, somos amáveis, somos prestáveis.
E temos bom café-

Venha E Conheça Os Heróis Da Kuboo!

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Nem todos os heróis usam capas, mas até o mundo do self-storage tem a sua cota-parte de vilões que dão um pouco de má fama a toda a gente.

Quando se pensa em self storage uma imagem que vem ao pensamento é a de um armazém decadente, insípido, sem alma, que contém unidades de arrecadação frágeis nas quais se amontoou tralha de forma precipitada. É um preconceito frio, antipático, indesejável a ter sobre mini-armazéns. E não vamos mentir – conseguimos perceber a relutância de algumas pessoas em confiar as suas posses materiais a um local assim. De facto é o tipo de preconceito que faria até o mais duro dos vilões orgulhoso.

Em alternativa poder-se-á pensar naqueles programas de TV onde as pessoas andam por aí a regatear em velhas unidades de armazenamento abandonadas, cheias de pilhas de lixo poeirento, horrível e (frequentemente) completamente inútil, na esperança de encontrarem algo valioso e conseguirem dinheiro fácil. Repugnante…e surpreendentemente programado, caso vá investigar! Parece e dá a sensação de uma garagem abandonada sem luz à vista!

Felizmente a Kuboo pretende dar a volta à situação e alterar essa noção! Quando pensa em self-storage queremos que pense na Kuboo. E quando pensa sobre a Kuboo queremos que pense no serviço de classe mundial e de alta qualidade que providenciamos.

Mas principalmente sobre a nossa capacidade única de ter dado um rosto humano a todo o processo de self-storage. Única não só em Lisboa ou Portugal, mas única como experiência mundial, com o espaço melhor concebido, e a equipa mais atenciosa para aliviar o stress que acompanha as mudanças. Nenhuma equipa é mais atenciosa do que a equipa da Kuboo. Nenhuma! Nós percebemos profundamente o stress que acompanha qualquer mudança ou alteração de vida e estamos aqui para verdadeiramente ajudar a que seja mais fácil e leve.

Necessita de arrumos de ficheiros, documentos e bijutarias? Nós temos o Kuboo para si. Está a pensar guardar o seu modelo de um elefante em tamanho real? A Kuboo está consigo! Seja o que for que precise de armazenar, há espaço para tudo desde as suas grandes peças de mobília pesada, colchões ou bicicletas até ao lavatório da cozinha e até mesmo o seu ferro de engomar!

Podemos garantir que temos um Kuboo que se adapta às suas necessidades. Você é o capitão, você está no comando. Portanto venha e veja por si mesmo porque é que nos estamos rapidamente a tornar sinónimo em Lisboa de self-storage de alta qualidade, seguro e fiável. Venha ver por si as melhores instalações, o staff mais atencioso e os preços mais competitivos.

Nós estamos empenhados em fornecer um nível impecável de apoio ao cliente. O nosso amigável staff é acessível e totalmente conhecedor do funcionamento do self storage e terá todo o gosto em partilhar consigo os seus anos de experiência e sabedoria. Temos entusiasmo no que fazemos e de bom grado oferecemos um café e dois dedos de conversa a toda e qualquer pessoa que entre pela porta!

Se quer proceder ao aluguer de um Kuboo e deixar as suas posses aos nossos cuidados então nós temos de assegurar que somos de facto guardiões de confiança dos seus bens! Tendo por base a bela freguesia de Carnaxide, a dois passos de Lisboa, iremos tratar das suas coisas como se fossem nossas, com o empenho necessário para garantir que tudo está seguro, protegido e bem tratado o tanto quanto for humanamente possível, até ao momento em que precisar novamente de as reaver. Nós não gerimos uma garagem, nós gerimos um Hotel Boutique para as suas necessidades de arrecadação.

E falando em reaver as suas coisas, pode aceder ao seu Kuboo 24/7. Sempre que precisar, seja de dia ou de noite, o seu Kuboo estará à sua espera e prontamente acessível, e caso necessite de qualquer assistência o nosso staff estará pronto para intervir e salvar o dia!

Portanto lembre-se: nem todos os heróis usam capas, mas os heróis da Kuboo serão totalmente dedicados a dar-lhe um serviço incrível com o qual se pode maravilhar, e proporcionarão um alívio do stress inútil que advém de lidar com empresas sem rosto.