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Reflexões e Inspiração

kuboodista walking the loading bay in kuboo seixal

Tão simples

By Blog, Reflexões e Inspiração
Manhã de segunda-feira, chego ao meu escritório no Seixal, e depois de um café e um pouco de conversa com os meus colegas, vejo os meus emails..

O fim-de-semana não só encheu a minha caixa de correio com emails de orçamentos de obras e serviços de mudanças, como também de newsletters que não me lembro de subscrever, e de spam e mais spam… Já começo a semana cansado.

Todos os dias são enviados mais de 160 mil milhões de emails não solicitados, o que representa quase metade de todos os emails enviados diariamente. No meio de tanta informação, não consigo concentrar-me no essencial. Não gosto de complicações, gosto das coisas transparentes. Talvez por isso aprecio cada vez mais o trabalho desenvolvido pela KUBOO.

Sou cliente da KUBOO há 6 meses, desde que comecei a renovar o meu apartamento em Almada. Quando ligo para a recepção da KUBOO, a Sara lembra-se sempre de mim e responde às minhas questões no momento. Não estou a falar com um robot, é uma pessoa de verdade! Não tenta vender nenhum serviço extra, simplesmente está ali para me ouvir e me ajudar. Directa ao assunto, sem rodeios. E se eu enviar um email, a Sara responde assim que puder, com a mesma simpatia que fala ao telefone.

Aderi ao pré-pagamento de 6 meses, com um desconto de 5% no valor do meu Kuboo. Ficou tudo pago e durante todo este tempo não recebi nenhum email a tentar vender outra coisa. Ontem liguei para a Sara e pedi para renovar o aluguer por mais 6 meses. Uma chamada rápida, simpática, e super eficiente. Oxalá tudo na vida fosse tão simples.

Parece que passamos a vida a pensar nos nossos problemas e como resolvê-los. A KUBOO não ocupa muito espaço na minha cabeça, não é um problema. Mas quando quero resolver algum problema, a KUBOO é a solução. Tenho tido alguns contratempos com as obras, atrasos e falta de material. Mas se alguma coisa está a correr bem durante todo este processo, é a solução de self-storage que escolhi há meio ano. Sinto mesmo que quando as obras terminarem, parte da minha casa continuará a estar na KUBOO do Seixal. Talvez tenha sido a “obra” mais importante que fiz até hoje: a extensão da minha casa para a KUBOO.

sunset at carcavelos beach

Estudo, logo existo!

By Blog, Reflexões e Inspiração
Não estava nada a fazer conta com esta.

A um mês do final do segundo semestre, o senhorio informa-me que vai aumentar a renda durante os meses de verão pois “são mais rentáveis!-  Devias ver o que as pessoas estão dispostas a pagar Margarida!” disse-me ele.

Vê se mesmo que é mais um senhorio com espaço limitado no cérebro, mas tudo bem. Respirei fundo, arrecadei as minhas coisas e fui para a aulas, na NOVA SBE em Carcavelos. Relativamente perto do apartamento em São Domingos de Rana que estava prestes a ter de esvaziar e abandonar.

O Verão estava aí, era quase altura de voltar para a Pampilhosa e pouco me preocupava. Aliás, apenas uma coisa me ocupava espaço mental- o que é que eu ia fazer às minhas coisas; mobília, louças, livros, etc. durante os próximos meses? Levá-las comigo para cima estava fora de questão, e vender também, já que em Setembro me fariam falta.

Uns dias mais tarde, estava a beber café na faculdade, e conta-me uma amiga que vai para Riga fazer Erasmus em Setembro, muito entusiasmada e já com todo um semestre de passeio planeado. Dado que, também ela vive num apartamento arrendado, falei-lhe do meu problema de espaço, e perguntei o que iria fazer às suas coisas estando fora de Lisboa tantos meses.

“Então, vou meter tudo num Kuboo!” respondeu-me ela como se eu lhe tivesse feito a pergunta mais descabida da semana- “É prático, fica pertinho aqui da NOVA, e têm preços amigos para a malta que estuda!”. “Haja alguém que pense nos estudantes”, suspirei para os meus botões.

Acabei por fazer uma visita à KUBOO Carcavelos/ Abóboda e fiquei impressionada, não tem nada a ver com o que vemos nos filmes. Fui recebida com sorrisos e um chupa-chups. Respira-se um ar leve neste armazém. Até me cruzei com outras pessoas lá da Universidade nos corredores. Aparentemente há mais universitários a deixar as suas coisas num self-storage durante os meses em que estão fora. E eu tornei-me outra!

Obrigada KUBOO, um mini-armazém de porta amarela a 10 minutos da faculdade veio mesmo a calhar!

Desabafo ao m²

By Blog, Reflexões e Inspiração
Mudei de casa porque assim tinha de ser. 

Apesar de o meu conceito de vida ideal ser na “terra”, próxima da natureza e das pessoas que me fazem sentir em casa, a força da necessidade assim o exigiu.

O meu companheiro é piloto de uma companhia aérea de viagens de curta distância, pelo que vai e volta muitas vezes ao aeroporto. Na generalidade das grandes cidades, viver próximo de um aeroporto significa viver nos arredores, ter bons acessos mas estar longe da euforia dos centros urbanos. Como sabemos, em Lisboa não é o caso, pelo que dei por mim a alugar um apartamento demasiado pequeno para o preço praticado, apenas pela proximidade.

Naturalmente, ao mudar de casa, trouxe muito mais coisas do que as que consegui fazer caber no novo apartamento citadino, desde tendas e material de campismo, até ao stress da mudança e de ver mais caixas do que espaço de arrumação. Custa-me crer que hoje em dia nos sujeitemos a pagar valores absurdos por um teto debaixo do qual não há espaço para o que é nosso, para as coisas que gostamos.

Felizmente a KUBOO Self-Storage cruzou-se no meu caminho e veio “expandir” o meu pequeno apartamento não muito longe das suas paredes. Pelo menos aqui tudo é descomplicado, pago um preço justo e sei que os meus pertences estão seguros e facilmente acessíveis– contrariamente ao que acontece com o mercado imobiliário em Lisboa.

Prefiro dar o meu dinheiro a quem se preocupa em ajudar independentemente dos metros quadrados, do que a quem se limita a ver neles cifrões.

E sabem que mais? Quando me tornei cliente da KUBOO eles plantaram uma árvore em meu nome e patrocinaram uma equipa de futebol infantil, entre outras responsabilidades sociais que mostraram fazer em meu nome. Quando saí da KUBOO e voltei para casa, era uma pessoa feliz.

Monólogo de um Velho do Restelo

By Blog, Reflexões e Inspiração
Vivo em Belém (Lisboa) desde que me lembro. Assisti a muitas mudanças e a muitas coisas que deviam ter mudado e não mudaram.

Estava cá quando ergueram o CCB e quando o futebol d’Os Belenenses caiu à última divisão…e cá estarei para o ver de volta ao lugar onde pertence, a 1ª divisão.

Comecei a ir ao Estádio do Restelo com 7 ou 8 anos, acompanhado pelo meu avô que rapidamente me contagiou com um enorme amor pelos Azuis da Cruz de Cristo, amor esse que hoje arde da mesma forma que ardia naquelas tardes de bola no Restelo com o meu Avô Zé.

Já morei em vivendas e em apartamentos, já tive um quintal e já tive uma varanda com vista para a margem sul. Sou uma pessoa simples e, com o tempo, percebi que o espaço é aquilo que nós fazemos dele. O meu Avô costumava dizer-me que a felicidade “não está no quanto temos” mas sim em reconhecer que “o que temos é suficiente”.

No lote das coisas que nunca mudaram, há uma pedra enorme que é a questão da habitação, preços de sentido único, ascendente, em contraste com o seu tamanho, cada vez menor.

Da última vez que estive em processos de mudança de casa, mudança esta que eu espero que tenha sido definitiva- já não tenho idade para estas andanças- um amigo de longa data falou-me numa sua descoberta que se revelou um verdadeiro “arrumo” para a “pedra enorme” que a tantos ocupa espaço, físico e mental. Este seu achado eram “cubos”, que afinal são “kuboos”, mini-armazéns que passaram a servir de complemento à minha casa, onde guardo muitas conquistas e memórias que, apesar de estarem sempre presentes, já não cabiam debaixo do mesmo teto que eu.

Lá na KUBOO em Carnaxide sei que estão seguras e bem guardadas, as primeiras cartas que troquei com a minha mulher, as antigas camisolas e cachecóis do Belenenses que o meu avô me deixou, e a garrafa que estou a guardar para celebrar quando estiverem de volta à 1ª Liga.

Guardar ou não guardar

By Blog, Reflexões e Inspiração
Nunca quis guardar as minhas coisas. Eu adoro as minhas coisas. Não são coisas banais, são objetos importantes que me foram dados por estimados amigos, alguns dos quais já faleceram.

São livros, milhares de livros que me são queridos e que me ensinaram a viver e a ser, são discos de grandes músicos e poetas líricos que também contribuíram enormemente para o que sou hoje, e alguma arte, sobretudo de amigos, que dão cor à minha vida e trazem-me recordações.

Mas quando foi feita a escolha para me mudar para Portugal, para começar nada mais nada menos do que um Self-storage, por ironia do destino, tive de guardar os meus objectos num Self-storage no meu país. Ah! Guardar! É um pouco como esquecer. Como esquecer que em tempos amámos algo ou alguém. Longe da vista, longe do coração, diz um provérbio francês, e é verdade. Aprendi a viver sem nenhum deles. Adaptei-me como qualquer pessoa confrontada com a escolha de se afastar das suas raízes. Adaptei-me e guardei todos os meus pertences antes de vir para Lisboa, e não me arrependo.

Certifiquei-me, no entanto, de que o espaço onde os guardava era seguro, acolhedor, protegido e coberto por um seguro, para poder dormir descansado. E foi o que fiz. Encontrei o melhor self-storage e fui para lá. Já passaram 5 anos e mal penso nisso.

Um amigo ofereceu-me uma garagem para guardar tudo, claro que recusei. Numa garagem? Porquê? Estas são as coisas que me são queridas e, mesmo que não as veja, quero saber que estão seguras.

Por isso aqui estou eu, em Lisboa, sem preocupações, até ao dia em que for buscar as minhas coisas. Às vezes, sento-me na praia de Carcavelos, a 10 minutos da minha casa na Abóboda, e penso para comigo que talvez guardar num espaço seguro e limpo tenha sido uma das melhores decisões que tomei. Romântico! Guardar bem ou não guardar! Era essa a questão.

E eu respondi.

Conto inventado (Porque nos divorciamos?)

By Blog, Reflexões e Inspiração
Eu não me recordo de quem começou. Terá sido ela, terei sido eu, ou terá sido a mãe dela? Já não importa. Em retrospectiva, foi a melhor coisa que podia ter sucedido. Graças a deus pela retrospectiva!

6 anos antes daquele dia, nós tínhamo-nos casado. Foi um casamento simples nos arredores de Évora, de onde ela era. Uma verdadeira alentejana, daquelas que só ouvimos falar na cultura popular. Incrivelmente bela, olhos como a noite, com umas curvas perfeitas. Não estou a brincar.
Forte e determinada. Sempre a culpar os outros, mas compensava com o seu charme e beleza.

Foi um dos melhores dias da minha vida. Na minha mente fica apenas atrás do dia em que nos divorciámos.

É interessante e engraçado verificar que quando um casamento se rompe, de repente as pessoas começam a falar de mobília, objectos, coisas que são minhas, coisas que são tuas. Levar as coisas, guardá-las, deitá-las fora, ou armazená-las. Encontrar uma garagem, encontrar um espaço, serviços de mudança. Começa a contagem decrescente! Caixas, fotografias, cartas. Quem fica com o quê?

Ganância que aparece do nada onde previamente havia generosidade e amor. As discussões brotam de todo o lado, na casa de banho, na cozinha, no quarto, à porta, no carro, na garagem, não importa o espaço; se estávamos a menos de 3 metros um do outro, discutíamos. E mantinham-se estas discussões totalmente absurdas, que eram sobre tudo e mais alguma coisa, chegando até ao mais ínfimo detalhe que de outra forma seria completamente invisível para nós ambos. Interessante.

Subitamente descobrimos um apego há muito esquecido por coisas que nos foram dadas pelas nossas mães e avós, antigos amores ou amigos que não víamos há anos e que praticamente já nem eram amigos propriamente ditos. -Isto é meu! A minha mãe ofereceu-me! -Nem pensar! Comprei isto no Natal em 2014. Nem sequer gostavas disto. -Ah!

É uma espécie de negociação emocional estranha que acaba por saturar toda a gente, mas é um processo necessário na separação. E não há nada como coisas materiais para acelerar a separação do resto, dos aspectos mais importantes.

Tudo isto para dizer que ela ficou com a casa. Eu não me importei. Afinal de contas, eu queria viajar de qualquer maneira, e libertar-me da responsabilidade da casa não era algo mau. Eu só precisava de encontrar um local para arrumar as coisas que consegui ganhar na batalha. Ela não as queria na casa nem na garagem que eu próprio tinha construído. E para ser sincero, eu também não queria lá ter essas coisas arrumadas.

Comecei então a procurar freneticamente um espaço para arrumar todas as coisas com as quais tinha ficado. Um espaço para arrumações! Nunca tinha pensado sobre isto antes. Teria me visto livre de tudo se pudesse, mas algumas coisas, como se pode calcular, tinham um enorme significado e valor emocional para mim. Eu não as queria danificadas ou arrumadas numa arrecadação suspeita. Mini-armazém, grande armazém, eu não queria saber. Simplesmente não me fazia sentido deixar as minhas posses pessoais num sítio que se pareça um armazém para guardar tralha. Uma box! Uma box? Eu não quero deixar as minhas coisas numa ‘box’! Em circunstância alguma! Preferia deitá-las fora.

Perguntei por aí e ninguém tinha um pouco de espaço para guardá-las. Perguntei a amigos e vizinhos, membros da família e até conhecidos, mas eu tinha muitas coisas; alguns objectos eram grandes peças como a televisão ou o sofá, também tinha muitas peças de arte penduradas nas paredes, e ninguém tinha um espaço grande o suficiente ou nem mesmo uma garagem onde tudo coubesse.

Isto foi quando o verdadeiro desafio começou. Gastei um dia a fazer telefonemas e a procurar online por um armazém para alugar, e acabei por encontrar um par deles mesmo aqui em Lisboa. Não pensei que este serviço existisse de facto em Portugal, mas às vezes vive-se numa bolha enquanto o mundo continua a rodar.

Procurei em todo o lado e apenas encontrei “boxes”. As empresas de self-storage estavam a auto-intitularem-se de boxes. Isso não me soava bem. Não. Uma box não é algo onde eu goste de imaginar que estão as minhas coisas. Não o meu sofá nem as minhas peças de arte. Eu precisava de outra coisa qualquer, algo mais elegante, mais cuidadoso e mais humano. Algo que não se parecesse com um armazém com um pequeno balcão de recepção e um tipo desleixado ou uma mulher vulgar de saltos altos sentada atrás do balcão.

Graças à minha pesquisa, encontrei um tipo diferente de empresa. Eles chamavam-se a si mesmos de Kuboo, e aos seus espaços chamavam de kuboos. Logo aí, notei imediatamente a diferença. Diziam que eram um hotel-boutique para arrumações.

Não eram apenas simpáticos, eram mais do que isso, eram atenciosos. As instalações não se parecem com as das outras empresas, parecem de facto um hotel-boutique. Casuais, maravilhosamente concebidas, as mais limpas que se possa imaginar, cheias de luz e com kuboos que dão a sensação de um ambiente mais pessoal.

E depois têm o staff. Um conjunto de pessoas reais, que nunca me tentaram vender nada, escutaram cuidadosamente as minhas necessidades e acompanharam-me em todo o processo até encontrarmos a melhor solução disponível. Alugar um espaço na Kuboo, um espaço chamado kuboo, pareceu-me bem melhor do que alugar uma box num lugar chamado space.

As minhas coisas têm lá estado arrumadas há já 2 anos, eu tenho andado a viajar pelo mundo sem parar, e nunca mais me preocupei com isso.

Isto é o que realmente sucedeu no meu conto inventado. Se acredita ou não, é consigo.

Sobre Bicicletas, Bagagens e Pranchas de Surf

By Blog, Reflexões e Inspiração
Neste mundo moderno de acção, excitação, viagens e aventura, muitas pessoas possuem uma grande variedade de coisas.

Bicicletas, pranchas de surf, bagagens e malas de todos os géneros, equipamento especializado incrivelmente espectacular…mas frequentemente estas coisas ocupam espaço na sua casa, então o que podemos fazer quanto a isso? Bem, a solução é simples! E bastante barata.

Neste mundo moderno de acção, excitação, viagens e aventura, muitas pessoas possuem uma grande variedade de coisas. Bicicletas, pranchas de surf, bagagens e malas de todos os géneros, equipamento especializado incrivelmente espectacular…mas frequentemente estas coisas ocupam espaço na sua casa, então o que podemos fazer quanto a isso? Bem, a solução é simples! E bastante barata.

A KUBOO oferece espaços de self storage económicos e fiáveis, em volta da nossa elegante cidade de Lisboa, que pode utilizar sempre que necessitar. Não consegue passar a sua bicicleta pela porta da frente da sua casa? Há um Kuboo para isso. Não quer a sua prancha de surf apoiada conspicuamente no canto da sua sala? Há um Kuboo para isso também. Se a sua esposa está apoquentada com o seu excesso de equipamento e você não se quer desfazer dele, faça a sua esposa (e você) feliz, armazene-o na KUBOO!

Também daria jeito ter a sua área de habitação desimpedida de bagagem que não usa semanalmente, e há uma solução da KUBOO para isso também! Espaços são a nossa especialidade. Mas é no nosso serviço e simpatia que nos distinguimos. Ninguém o consegue ajudar da mesma forma que a família KUBOO. Nesse sentido, mini-armazéns são apenas a ponta do icebergue. A beleza das instalações, a recepção, assim como o nosso staff, são o que fazem o seu dia ser mais agradável e aliviam o stress das suas mudanças.

Se está a viajar por Portugal e quer viajar livre de peso, pode armazenar a sua bagagem num dos armazéns especializados em bagagens espalhados pela cidade, ou pode armazená-la na KUBOO por uma fracção do preço, num espaço mais privado, e protegida por uma porta trancada. E tudo isto numas instalações especialmente concebidas para armazenar pertences com segurança e total asseio, seja a curto ou longo prazo, ou qualquer período de tempo que necessite de os armazenar, num ambiente que é seguro, limpo e acessível a qualquer hora do dia, 365 dias por ano. Até mesmo no Carnaval. Pergunte ao Pedro!

Mas como funciona? Eu explico: Pensemos na sua bicicleta por exemplo, poderia amontoá-la na sua casa, mas quando está coberta de lama e sujidade após um longo passeio então talvez a sua casa não seja o local mais sensato para a guardar. Claro que poderia simplesmente comprar um cadeado e uma corrente e prendê-la algures no lado de fora, mas corre o risco de algum larápio sem escrúpulos ‘libertar à força’ a sua bicicleta e nunca mais a ver. Novamente, não é a melhor das opções! Portanto traga-nos a sua bicicleta. Nós estamos aqui para expandir a sua casa por uma quantia ridiculamente baixa.

Na base do nosso trabalho está a noção de extra-space para tudo o que necessita de ser armazenado. Seja o que for. O espaço da KUBOO é feito de espaços múltiplos, espaços esses que outros chamam de boxes ou unidades ou armazéns, mas que nós chamamos de Kuboos, e que podem ser seus, seja por um curto ou longo período de tempo.

A KUBOO disponibiliza uma vasta gama de espaços de armazenamento que vão desde um óptimo espaço compacto de 1m3 até um grandioso espaço de 30m2. Seja o que for que necessite de armazenar e manter seguro, nós podemos ajudá-lo, e podemos garantir que temos o local perfeito para aquela sua bicicleta!
A partir do preço ridiculamente baixo de 15 Euros por mês pode guardar uma bicicleta em segurança, uma mala, bagagem ou uma prancha de surf, e ficar descansado com a noção de que seja qual for o item, este estará seguro, protegido, e sempre à sua disposição para quando necessitar. Mesmo que sejam 3 da manhã e tenha uma ânsia súbita de dar um passeio de bicicleta ou apanhar aquelas ondas à luz da lua de Lisboa com a sua prancha de surf, não há qualquer problema! Os espaços de self-storage da KUBOO, conhecidos como Kuboos, estão acessíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano. Nós orgulhamo-nos da nossa acessibilidade. E o horário de funcionamento da nossa recepção também é alargado, 7 dias por semana, 365 dias por ano.

Pode alugar o seu Kuboo-Cacifo, conhecido em geral como mini-armazém, à semana ou ao mês, durante quanto tempo necessitar, e ainda nem mencionámos o preço – Somos tão acessíveis que os pagamentos dificilmente farão mossa na sua carteira. Por 35 euros por mês ou 20 euros por semana pode ter o seu próprio Kuboo-Cacifo de 1m3, no qual pode encaixar 17 caixas de tamanho médio, pelo menos 5 malas dependendo dos tamanhos, e todo um conjunto de objectos mais pequenos. Fabuloso! Não é? Por tais mini-armazéns? Em comparação um armazém de bagagens irá custar-lhe mais de 10 euros, por dia! Se soa a uma escolha óbvia e parece uma escolha óbvia, então com certeza é uma escolha óbvia.

Portanto se sentir a necessidade de desimpedir a sua casa, expandi-la, ou criar um pouco mais de espaço na sua vida, então esteja à vontade para vir visitar as nossas instalações da KUBOO, modernas, asseadas e personalizadas. Localizados na agradável e acessível cidade de Carnaxide, a 10 minutos do centro de Lisboa, somos um serviço fiável, amigável mas ultra-profissional, que lhe garante a satisfação de todas as suas necessidades de armazenamento. Como tal, contacte-nos agora – os nossos especialistas podem dar-lhe um orçamento preciso, oferecer um aconselhamento honesto sobre espaços e armazenamento, assim como recomendações informadas, e estão prontos e à espera de o ajudar em tudo o que puderem. Não beba café em casa antes de nos vir visitar, nós temos café de muito boa qualidade e adoramos beber uma chávena com os nossos clientes, alguns dos quais acabam por se tornar nossos amigos.

Logo, pode fazer de um Kuboo-Cacifo algo que é seu, e armazenar pranchas de surf, malas, bagagens, bicicletas, ou qualquer mobília que necessite de arrumar à peça. Uma peça, duas peças, 1 bicicleta, uma prancha de surf, duas bagagens e uma tábua, seja qual for a combinação, há uma solução barata à escolha na KUBOO. E o nosso staff irá encontrá-la consigo.

E assim sendo poderá continuar a usufruir do melhor da vida enquanto a KUBOO guarda cuidadosamente as suas coisas no seio do requinte de Lisboa, longe dos espaços onde vive o seu dia-a-dia, que precisa de manter desimpedidos e livres de bagunça. Nós oferecemos extra-space: espaço para tudo o que precisa manter fora da sua vista, mas não fora da sua vida.

Não há lugar como a nossa casa e não há espazo extra como na KUBOO!